domingo, 15 de julho de 2012

A turma do Camaro amarelo

Há coisa de duas, três semanas atrás, notei um forte aumento no número de acessos ao Adverdriving. Fiquei feliz com isso - que blogueiro não ficaria? - mas num primeiro momento também fiquei em dúvida quanto ao motivo. Agora, depois de analisar os dados do Sitemeter e do Google Analytics, posso resumi-lo em duas palavrinhas: Camaro amarelo.


Tudo começou em agosto de 2010, quando publiquei um post sobre o lançamento do Camaro no Brasil. Para ilustrar esse post, usei a imagem acima, que identifiquei com o nada criativo tag de "Camaro amarelo". Ou seja, não há nenhuma relação entre essa imagem (nem aquele post de um modo geral) e a música "Camaro Amarelo" - esta, sim, a verdadeira responsável pelo aumento no número de acessos. Confesso que eu nunca tinha ouvido falar nela, mas fiz a lição de casa e agora sei que se trata de um fenômeno da internet, com mais de oito milhões e meio de views no YouTube. Aos que acessaram o Adverdriving por causa dela e não encontraram o que queriam, apresento minhas sinceras desculpas.

Mas como nada se perde, esse desencontro de expectativas me trouxe a idéia de fazer um passeio por algumas músicas em que um automóvel é citado nominalmente, por marca ou por modelo. Nos EUA, por exemplo, o que não falta são músicas sobre Fords e Chevys, para não falar nos Porsches e Mercedes-Benz que Janis Joplin cantou. Mas é melhor circularmos só pelo cenário artístico nacional para que esse passeio não vire uma peregrinação sem fim. Se você se lembrar de alguma música que ficou de fora, sua contribuição será muito bem vinda.

O CADILLAC DE ROBERTO E ERASMO CARLOS (1964)


A principal função do Cadillac no clássico "O Calhambeque" é fazer um contraponto ao automóvel do título, que apesar de anônimo é o seu verdadeiro protagonista. Considerando a época e o contexto dessa música, será que a palavra "Cadillac" se refere mesmo a um carro dessa marca, ou é apenas um termo genérico para um automóvel caro, vistoso e que dá status ao seu proprietário?

Qualquer que seja a resposta, a letra de "O Calhambeque" veio ao encontro de um certo não-conformismo que começava a se difundir, ainda que timidamente, entre os jovens brasileiros no início dos anos 1960. Sua mensagem pode ser resumida assim: para ser popular (principalmente junto ao chamado sexo oposto), não é preciso ser bonito como um Cadillac, nem rico o suficiente para ter um - basta ter a autenticidade e a simpatia de um calhambeque.   
Saí da oficina
Um pouquinho desolado
Confesso que estava
Até um pouco envergonhado
(...)
E logo uma garota
Fez sinal para eu parar
E no meu Calhambeque
Fez questão de passear
(...)
E muitos outros brotos
Que encontrei pelo caminho
Falavam: "Que estouro
Que beleza de carrinho"
E fui me acostumando
E do carango fui gostando
(...)
Mas o Cadillac
Finalmente ficou pronto
Lavado, consertado
Bem pintado, um encanto
Mas o meu coração
Na hora exata de trocar
Aha! Aha! Aha! Aha! Aha!
O Calhambeque, bi-bi
Meu coração ficou com
O Calhambeque
De lá para cá muita coisa mudou. E em 2003, Roberto Carlos gravaria uma nova música em homenagem ao... Cadillac. O calhambeque podia até ser uma paixão nos tempos da Jovem Guarda, mas o amor pelo Cadillac prevaleceu no final.

O CORCEL DE MARCOS VALLE (1969)


Na geléia geral do fim da década de 1960, Marcos Valle, autor de clássicos da bossa nova como "Samba de Verão" e "Eu Preciso Aprender a Ser Só", virou as costas ao gênero para aderir entusiasticamente ao pop. O disco Mustang Cor de Sangue, Corcel Cor de Mel foi o primeiro dessa nova fase.

Na letra da música-título, que mistura o Eros e o Tânatos com algumas pitadas de Herbert Marcuse, o então recém-lançado Corcel é alçado ao mesmo patamar de desejabilidade do Mustang, um dos automóveis mais cobiçados da época.
Tenho um novo ideal
Sexual
Abandono a mulher
Virgem no altar
Amo em ferro e sangue
Um Mustang
Cor de sangue..
(...)
A questão social
Industrial
Não permite que eu
Seja fiel
Na vitrine um Corcel
Cor de mel
Meu Corcel!
Segundo Marcos Valle, a letra é uma crítica à sociedade de consumo. Talvez seja - mas que a capa do disco tem uma tremenda cara de merchandising, isso tem.

Outra coisa que reforça essa impressão é um texto escrito por Washington Olivetto em homenagem a Mauro Salles, dono da agência que atendia a Ford naquela época. Nele, Olivetto enaltece Salles como "precursor do merchandising, que colocou o Marcos Valle para cantar o seu Mustang Cor de Sangue e o seu Corcel Cor de Mel naquele novo lançamento da Ford." Precisa dizer mais alguma coisa?

O CORCEL DE RAUL SEIXAS (1973)


Se a idéia é fazer crítica social, a letra de "Ouro de Tolo" é bem mais convincente que a de "Mustang Cor de Sangue". Nela, um Corcel 73 ajuda a compor um quadro de vazio existencial que só é agravado com o acúmulo de bens materiais e de outros símbolos do sucesso numa sociedade em que as pessoas são avaliadas (e se auto-avaliam) por esses critérios.
Eu devia estar feliz
Porque consegui comprar
Um Corcel 73...
(...)
Eu devia estar contente
Por ter conseguido
Tudo o que eu quis
Mas confesso abestalhado
Que eu estou decepcionado...
(...)
Porque foi tão fácil conseguir
E agora eu me pergunto "e daí?"

O FUSCÃO PRETO DE ATÍLIO VERSUTI E JECA MINEIRO (1978)


Carro chefe do estilo sertanejo-brega, a lacrimosa Fuscão Preto é um verdadeiro hino à dor de corno. O Fuscão, no caso, é uma representação figurativa do impiedoso ricardão que roubou a amada do narrador (ou "eu-lírico", como diriam os pedantes), ao qual agora só resta chorar suas mágoas de amor.
Me disseram que ela foi vista com outro
Num fuscão preto pela cidade a rodar
(...)
Fuscão preto, você é feito de aço
Fez o meu peito em pedaço
Também aprendeu a matar

Fuscão preto, com o seu ronco maldito
Meu castelo tão bonito
Você fez desmoronar...

A BRASÍLIA AMARELA DOS MAMONAS ASSASSINAS (1991)


Mais uma história de paixão não correspondida - só que desta vez em tom de deboche, a começar pelo título "Pelados em Santos". Nada é levado a sério: nem a Brasília amarela com rodas gaúchas, nem a mina pitchula que se recusa a entrar no carro, muito menos o narrador dessa ópera bufa da periferia, que lança mão de uma linguagem conscientemente brega para fazer uma hilariante crítica de costumes.
Mina, seus cabelo é da hora
Seu corpão violão
Meu docinho de coco
Tá me deixando louco

Minha Brasília amarela
Tá de portas abertas
Pra gente se amar
Pelados em Santos

Music, is very good
(Oxente ai, ai, ai!)
Mas comigo ela não quer se casar
(Oxente ai, ai, ai!)
Na Brasília amarela com roda gaúcha
Ela não quer entrar
(Oxente ai, ai, ai!)

O LAND ROVER DE TONINHO HORTA E FERNANDO BRANT


De todas as composições desta lista, essa é a minha preferida. Não conheço nenhuma outra em que letra e a música se conjuguem de modo tão harmônico para expressar a sensação de liberdade, amplidão de horizontes e às vezes até de magia que se tem ao fazer uma longa viagem de automóvel. 

Seu título, "Manoel, o Audaz", homenageia um Land Rover 1951 que pertenceu ao compositor mineiro Fernando Brant. A marca do carro não aparece na parte escrita da letra, mas sim no recitativo semi-improvisado que lhe serve de introdução..

Não chega a causar surpresa o uso da palavra jipe em referência a esse Land Rover, denotando o status da marca Jeep como sinônimo de categoria. E a palavra "amarelou" não quer dizer que o carro de Brant tenha se acovardado diante de algum obstáculo - trata-se apenas de uma referência à sua cor.
Se já nem sei
Meu nome
Se eu já não sei parar
Viajar é mais
Eu vejo mais
A rua, luz, estrada, pó
O jipe amarelou

Manoel, o audaz
Manoel, o audaz
Manoel, o audaz, vamos lá
Viajar

OS CHEVETTES DE LUCAS EBONE, WAGNER JOSÉ E ANA CAROLINA. E O DOS VIRGULÓIDES TAMBÉM.


Fiquei surpreso com a quantidade de músicas que falam em Chevette, mas não com o tom de esculhambação que permeia todas elas. O carro invariavelmente é um destroço ambulante cuja sina é testemunhar barracos, se envolver em acidentes, sofrer panes mecânicas e ser furtado - quando não apreendido pela polícia. Ou então, na melhor das hipóteses, funcionar como uma espécie de motel sobre rodas. Fazer o que? Não é por que sou um chevetteiro inveterado que vou submeter essas músicas a qualquer tipo de censura. Portanto, cumprindo minha obrigação jornalística, apresento a seguir um apanhado dos trechos mais representativos de cada uma delas.
Ei novinha, te dou um beijo sabor chiclete,
Se ficar arrepiada, te levo pro meu Chevette.
Se motel é o carro, hoje ele vai chacoalhar,
Balança o chevette, escuta o som, vamos zuar.

O Chevette tá balançando e o calor tá aumentando,
A novinha pede mais, e os vidros vão embaçando.
O chevette tá balançando e o calor tá aumentando,
A novinha pede mais, e a suspensão não tá aguentando

Botei o meu Chevette 77
na estrada sentido Minas
No Rádio os Stones, na camiseta John
E ao lado uma bela menina

Mas já bem pra lá da serra
surge um cheiro forte de gasolina
E o Chevette parando e eu me preocupando
Por aqui não tem oficina

Quem diria, meu Chevette me deixou na mão
Eu juro que da próxima vez
Eu faço a revisão

(...)
Se mandou
Bateu com meu Chevette
Pôs fogo na quitinete
Me traiu com mais de sete
Fez comigo um bafafá

(...)
Eu só tenho um velho
Chevete velho
Chevete velho
Mas com ele eu descolo mulher
E tudo tudo que eu quero
(...)
Mas descolei uma mina
Pra transar lá na represa
Mas sujou com a polícia
Naquele velho
Mãos pra cabeça
Documentos por favor
(...)
E eu falei lá pro doutor
O carro foi comprado
Com muito suor
Mas o bicho era cabrito
E a mina era menor
mas ninguem teve dó
E me mandou
Já pro xilindró
Bem, caro leitor, estamos chegando ao final do nosso passeio. Mas como seria injusto encerrá-lo sem falar nada sobre a música que o inspirou, aqui está ela:

O CAMARO AMARELO DE MUNHOZ E MARIANO


Quase cinquenta anos depois de "O Calhambeque", o Camaro da dupla Munhoz e Mariano assinala o retorno triunfal do carrão da moda como símbolo de status e poder, sem medo de ser feliz. O eterno triângulo homem-automóvel-mulher está presente, mas desta vez o automóvel assume poderes extraordinários. Transforma homens inexpressívos em casanovas irresistíveis, ajudando-os a conquistar as mesmas mulheres (ou a se vingarem delas, se assim o desejarem) que não ligavam a mínima para eles antes de sua entrada em cena. É um Bumblebee do amor, por assim dizer.
Agora eu fiquei doce, doce, doce, doce
Agora eu fiquei dodododo doce, doce

Agora eu fiquei doce igual caramelo
To tirando onda de Camaro amarelo
Agora você diz: vem cá que eu te quero
Quando eu passo no Camaro amarelo

Quando eu passava por você
Na minha CG você nem me olhava
Fazia de tudo pra me ver, pra me perceber
Mas nem me olhava

Aí veio a herança do meu véio
E resolveu os meus problemas, minha situação
E do dia pra noite fiquei rico
To na grife, to bonito, to andando igual patrão
(...)
Agora você quer, né?
E agora você vem, né?
Só que agora vou escolher,
Tá sobrando mulher
(...)
Munhoz e Mariano são expoentes do estilo conhecido como sertanejo universitário, mas não é preciso ser nenhum Ph.D para se dar conta do aparato de merchandising (ou, mais corretamente, product placement) que há por trás de "Camaro Amarelo". As imagens da abertura do clip oficial da música são imagens publicitárias, e numa recente edição do programa Autoesporte a dupla praticamente fez o papel de porta voz da fabricante. Eu poderia acreditar que tudo isso não passa de coincidência, mas já estou crescidinho demais para isso.

De qualquer forma, oito milhões e meio de views no YouTube não é para qualquer um. Nenhum anunciante e nenhuma agência de comunicação resistiria por muito tempo à tentação de assumir a paternidade desse feito. Mas fazê-lo agora seria dar um tiro no pé. Ainda é cedo - e, para usar um verso de Johnny Alf que se aplica perfeitamente a grande parte das ações de product placement, "se almejas algo escuso, é na moita que se faz. Portanto, o negócio é esperar até o festival publicitário de Cannes do ano que vem. Duvido que esse Camaro Amarelo não esteja lá, disputando prêmios com todo o estardalhaço a que tem direito.

27 comentários:

Belair disse...

Transformar uma "carona" num belo post como esse,so' voce mesmo PL!Muito legal.
E tenho certeza que muitos desses acessos vao virar frequentadores.Esse blog merece.

Joel Gayeski disse...

Paulo, antes de mais nada, provre "Chevas", sempre desmoralizado como carro velho, carro de mano ou simplesmente porcaria.
Parafraseando o personagem Itsuki do desenho animado Initial D: "para aqueles que o amam o Chevette é perfeito.
Ops, já estou divagando.
"Camaro Amarelo" é o (por enquanto) o ápice da pieguice em matéria de modinhas. Quem não entende PN de carro acha que o Camaro é o topo da cadeia alimentar.

Luís Augusto disse...

Oi Paulo, ótima resenha, como sempre! Mas faltou o Simca Chambord, não sei de que grupo de rock nacional.

Joel Gayeski disse...

Dotô, era do Camisa de Vênus.

Paulo Levi disse...

Belair, Joel e Luís, obrigado pelos comentários!

Joel, vou atrás desse desenho animado que você falou. E esse melô do Camaro Amarelo é mesmo o "ó do borogodó - nem o Michel Teló consegue chegar perto.

Luis, como o Joel falou, a música Simca Chambord é do Camisa de Venus, ou para ser mais exato do Marcelo Nova. O engraçado é que ela parte de uma premissa completamente equivocada, como se a ditadura militar tivesse acabado com o Simca Chambord. Imagino que o compositor tenha se inspirado numa mistura entre o JK e o automóvel Presidente da polêmica IBAP, mas como "Simca Chambord" é um nome mais sonoro, acabou virando o título dessa música.

F250GTO disse...

Delicia de post Levi.
Passear pela musica à bordo desses carros, analisando suas letras, umas muito boas outras nem tanto, é um ótimo exercício para para a imaginação dos viciados em carros, como nós.
Parabens.
Romeu

Ron Groo disse...

O Manuel Audaz do Toninho Horta lhe traria um público mais elitizado e tal... Este povo do Camaro amarelo ai é de doer. hehehe


Mas é assim Mesmo, fiz um post uma vez chamado "Abumdabe, a corrida travesti."
E vi no analitics que um monte de gente chegava até meu blog pesquisando mulher de tromba... Vai entender.

Francisco J.Pellegrino disse...

Demais este post, PL, bom demais. O Joel falou tudo achar que o Camaro é o must aí é demais!

Irapuã disse...

Belíssimo post, PL. Uma carona nas músicas automobilísticas brasileiras que são sempre interessantes para quem gosta de carros. Nossos amigos "dosusa" já exploram esses temas a algum tempo, como os Beach Boys nos áureos tempos o fizeram em diversos títulos. Citaria como outro exemplo a "Mercury Blues" de 1949, sucesso com K.C. Douglas, Alan Jackson, Brian Setzer e outros (www.youtube.com/v/aSYXGLgDrlY).
Ou as "55 Ford" e "Lord, Mr Ford" com os quais aproveitei para ilustrar o post 'Anti-Belair' do ótimo blog ANTIGOMÓVEIS do amigo Luis Augusto.

Abraços.

Michel Freidenson disse...

Mais uma maravilha de post Paulo! Obrigado ! Abraços

Felipe Mortara disse...

Paulo, realmente há muita reflexão bacana nessa relação música e modelos de carro. Fora os genéricos "Meu carro é vermelho, não uso espelho pra me pentear"...
Curti bastante.
Abraço
Felipe

André Candreva disse...

Paulo,

parabéns pelo blog... excelente trabalho...

visitarei diariamente...

e aproveito para convidá-lo a visitar o meu blog POR DENTRO DOS BOXES - http://pordentrodosboxes.blogspot.com.br/

que conta um pouco da história da F1...

abs...

Paulo Levi disse...

Romeu, Francisco e Michel, obrigado! Também eu me diverti fazendo esse post.

Paulo Levi disse...

Groo, "mulher de tromba" é muito bom!!! Mas só a expressão, não o conceito em si...rs.

Paulo Levi disse...

Obrigado, Irapuã - fico feliz por você ter gostado dessa voltinha automotivo-musical.

Realmente, o repertório de músicas com esse tema "nosusa" é imenso. E pelo que vi enquanto pesquisava o tema, a coisa vem de muito longe: em 1904, quando o automóvel ainda era puco mais que um brinquedinho tecnológico, havia um hit intitulado "In my merry Oldsmobile".

Paulo Levi disse...

Felipe e André, obrigado pela visita e pelos comentários.

Abraços,

Paulo

PS - André, já conhecia o seu blog. É muito bom, parabéns!

Joel Gayeski disse...

Ninguém lembrou dos Beach Boys cantando "4-0-9"?
Essa é bem objetiva e ao contrário do Camaro amarelo, o 409 estava no topo, ou pelo menos próximo.
Paulo, 1904?? A coisa é antiga MESMO.

Joel Gayeski disse...

Dissertem:
http://www.youtube.com/watch?v=PGtX-2v9Ppk&feature=share

Alê Oyamada disse...

Paulão!!! Muito bacaba o post!!! Meus parabéns, como sempre. Grande abraço, Alê Oyamada.

Anônimo disse...

Marcha da Kombi - Premê (Premeditando o Breque)
http://www.youtube.com/watch?v=b_Y-Zztf08c

Paulo Levi disse...

Joel,
Caramba... esse cara não deixa pedra sobre pedra, hem?

Alê,
Obrigado pelo elogio, é sempre uma alegria receber aqui a visita do criador da testeira do Adverdriving!

Anon,
Obrigado pela contribuição, essa da Kombi eu não conhecia. E agora fiquei curioso: será que elguém fez uma música para a finada Kia Besta?

VAMODOIDO disse...

O ZZ Top também tem uma música chamada Chevrolet.

E não se esqueçam do clássico do cancioneiro popular da periferia:

"...revistaram minha Chevettera e não acharam nada!"....

De Menos Crime, Fogo na Bomba

kkkkkkkk

Paulo Levi disse...

Vamodoido,
Luiz Gonzaga, o Gonzagão, também tinha uma música de Chevrolet no seu repertório. A letra era assim:

No meu chevrolet, vamos passear
Pela estrada a fora, vamos namorar
No meu chevrolet, vamos passear
Vamos fazer planos pra depois casar

E quanto a essa música da Chevettera, eu, como proprietário de Chevette, só posso dizer: "É nóis na fita"!!!

Anônimo disse...

não que eu goste mas, só pra constar, falta ainda o cross fox da Stefany hehe...

Paulo Levi disse...

Anônimo,
Essa do Crossfox da Stefhany (!) eu não conhecia, obrigado por me dar a dica.

VAMODOIDO disse...

A VW deu até um Crossfox pra dita cuja na programa do ultrapopular Luciano Huck.

Paulo Levi disse...

Vamodoido, a moça já destruiu o Crossfox amarelo (olha a cor aí de novo...) que ganhou da VW. Por sorte, tanto ela como os seus passageiros escaparam ilesos. Talvez agora ela devesse fazer mais um videoclipe em homenagem ao Crossfox, desta vez cantando glórias à segurança passiva do carro em caso de capotamento.